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NOTÍCIA

10/09/2021

O maior concorrente do presidente Jair Bolsonaro é ele mesmo

O destempero verbal e a bipolaridade discursal tornam o presidente da República, Bolsonaro refém da fúria dos abutres e aves de rapina
 
Geovan Benjoino/Jornalista

O maior concorrente do presidente da República, Jair Bolsonaro não é Lula, não é Ciro Gomes ou qualquer outro pré-candidato. É o próprio Bolsonaro. O seu desequilíbrio emocional, o seu destempero verbal e a sua bipolaridade discursal o tornam refém e alvo de ataques enfurecidos da banda pobre da política brasileira, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e da grande mídia, representada pelo Sistema Globo de Comunicação, que inconformado e desesperado, realiza uma campanha desleal, sórdida, raivosa, sorrateira, explícita e sistemática porque até hoje não conseguiu faturar R$ 1 sequer do Governo Bolsonaro,

Atacado impiedosamente em todos os campos de batalha, Bolsonaro se sente acuado e, emocionalmente, contra-ataca os inimigos de seu governo expressando o que sente e pensa a respeito do jogo sujo de que é alvo. Daí, a sua indignação e revolta.

O Presidente fala sem meio-termo, espontânea e autenticamente provocando comichão nas aves de rapina e abutres. Bolsonaro quer trabalhar mais pelo Brasil, mas os vampiros e os seus algozes não o permitem. Eles querem ver o circo pegar fogo; querem carnificina.

Bolsonaro precisa trabalhar a sua inteligência emocional. Um presidente da República precisa ter sabedoria, prudência, equilíbrio, sensatez, discernimento e habilidade para se livrar das cascas de banana jogadas pelos abutres e aves de rapinha. A peçonha da orquestra sinfonada formada astutamente tem que ser repelida com maturidade emocional, intelectual, politica e espírito de discernimento.

Ameaçado várias vezes de ser impeachmado por forças políticas, judiciais e de comunicação que não têm independência moral nem técnica para tal, Bolsonaro ora avança, ora recua numa luta titânica e desafio permanente. O jogo é bruto, sujo, astuto, traiçoeiro, ingrato e vil. É preciso ter tutano para enfrentá-lo e superá-lo.

Perseguido sistematicamente, Bolsonaro trabalha pressionado às 24 horas do dia. 7 de setembro de 2021 o Presidente foi picante como pimenta malagueta e incisivo como punhal talhadamente cortante. O ódio da oposição recrudesceu. O veneno espalhou-se como erva daninha. Bolsonaro mais uma vez teve que recuar. Ele falou o que milhões de brasileiros gostariam de falar e ver acontecer. Mesmo assim, o Presidente deveria ter refletido se valeria a pena ter dito tudo aquilo no histórico 7 de setembro, que certamente ficou como marco de um novo processo de conscientização política por parte do povo brasileiro, que espontaneamente e de forma independente foi às ruas denunciar a corrupção que campeia os poderes da República e defender um Brasil digno e livre dos usurpadores das riquezas nacionais.

Mesmo o seu destempero verbal sendo uma caixa de ressonância que vem das ruas, do povo simples e trabalhador, que frequentemente gostaria de clamar, desabafar, gritar, denunciar e expressar a sua indignação contra a corrupção e as arbitrariedades, é bom o presidente Bolsonaro internalizar o conhecido provérbio que ressalta que a fala vale prata, e o ouvir vale ouro.

Eclesiastes, livro Bíblico afirma que abaixo do céu tudo tem o seu tempo, inclusive para guerrear e ter paz, plantar e colher. A lição serve para todos nós, especialmente para o presidente Bolsonaro.
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